Representações no discurso da história: a relação imagem – texto- ideologia

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.14198/dissoc.5.4.2

Palabras clave:

Discurso, texto, ideologia, imagem, história

Resumen

Analisar os discursos que representam as diferentes práticas sociais tem sido objetivo tanto das ciências linguísticas quanto das ciências sociais. Esse fazer encontra justificativa na necessidade de se compreender como esses discursos articulam premissas e valores que ideologicamente têm acesso aos membros de determinada sociedade e, de alguma forma, moldam seus modos de agir e de compreender a realidade na qual estão imersos. O discurso da História é um discurso institucionalizado e como tal é imposto pelas classes de poder como algo incontestável e, por essa razão, de certo modo, guia comportamentos e ideologias. Assim, este estudo busca analisar o modo como o discurso da História constrói e mantém ideologicamente representações sobre um acontecimento, neste caso, a Revolução Constitucionalista Paulista de 1932, segundo orientação da semiótica social que permite relacionar a expressão lingüística com a expressão imagética. Trata-se de um procedimento que permite verificar a inter-relação de diferentes semioses de modo a configurar com precisão os valores e as marcas ideológicas deixadas na construção dos textos.

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Publicado

29-12-2011

Cómo citar

Sellan, A. R. B. (2011). Representações no discurso da história: a relação imagem – texto- ideologia. Discurso & Sociedad, 5(4), 628–644. https://doi.org/10.14198/dissoc.5.4.2

Número

Sección

Miscelánea